“Um dado só vale alguma coisa
quando alguém entende e usa.”
Quem já desenhou a tela, escreveu o código e montou o pipeline sabe onde a informação se perde.
ao ano, acima da inflação. Mais que o dobro da média de 10 anos.
Trabalho com dados. Antes, passei por design e desenvolvimento, e hoje uso IA no dia a dia. Junto tudo isso para construir painéis bonitos, confiáveis e que respondem perguntas: em vez de só olhar o gráfico, você pergunta aos dados.
Empresas e marcas com quem já trabalhei
Comecei como web designer. Ficou o olho para hierarquia, tipografia e para o detalhe que faz uma tela ser fácil de ler.
Liderei um time de desenvolvimento na Catho. Da tela à API: a interface que funciona e o que roda por trás dela.
Digital analytics, BI e insights, do dado bruto à decisão. Além do Power BI, faço dashboards navegáveis em HTML, que abrem em qualquer tela e contam a história dos números.
Dashboards em que você pergunta aos dados e recebe a resposta com o número e a fonte. Além disso, agentes, automações e painéis interativos com motion graphics.
Vinte e um anos passando por cada etapa de um produto digital, do layout ao pipeline. Cada fase deixou uma ferramenta que eu uso até hoje.
Ver no LinkedIn →Trabalho com os dados do atendimento de um dos maiores bancos do país: entender por onde o cliente passa, onde a experiência quebra e o que fazer antes que o problema vire reclamação.
Garantir que as decisões de negócio dos clientes fossem guiadas por dados, levando insights para os times de marketing, desenvolvimento e UX.
O time de growth não nasceu do dia para a noite. Começamos como uma agência interna que atendia demandas; com o tempo, rotinas e métodos evoluíram e passamos a propor. A maior conquista dessa virada foi o método de experimentos, que melhorou os canais de marketing, principalmente a aquisição, e também produto e atendimento.
“Um dado só vale alguma coisa
quando alguém entende e usa.”
Quem já desenhou a tela, escreveu o código e montou o pipeline sabe onde a informação se perde.
ao ano, acima da inflação. Mais que o dobro da média de 10 anos.
Cuido do caminho inteiro: da coleta até a tela que alguém abre para decidir. Sem trocar de mão no meio do caminho.
Análises públicas feitas em Python, com dados abertos. A mais recente: dez anos de balanço de Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil.
Ver análise completa →Dados públicos, código aberto e atualização automática.
Cada número do site tem o script que o gerou, no GitHub.
Design, desenvolvimento, dados e IA trabalhando juntos, do jeito que eu gosto.
Perto do dado, painel no Databricks ou em HTML. Na diretoria, por enquanto, Power BI. Eu faço os três e escolho pela distância entre quem faz e quem lê.
Dados, design, desenvolvimento e IA: o que chamou a minha atenção e o que eu acho disso.
Aberto a conversas sobre dados, IA e produtos digitais. O jeito mais rápido de me achar é pelo LinkedIn.